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9 de setembro de 2011

Eu digo NÃO. E você? (Parte 02)


Pessoal, no último post, tratamos da discriminação racial, que ainda está presente em nossa sociedade, infelizmente! E conforme combinamos, nós estamos aqui mais uma vez para tratarmos desse assunto tão presente no nosso dia-a-dia. 

E hoje, vamos tratar da discriminação sexual, mais precisamente discriminação em razão da opção sexual. Isso mesmo. Chega de preconceitos e vamos dar um basta à homofobia, que tanto persegue essas pessoas, que não se sentem livres nem para escolherem os seus parceiros, as pessoas com quem querem viver o resto da vida!

Olha que bacana esse projeto chamado “Eu sou gay”. No blog do projeto, eles explicam o motivo do movimento. “A jovem Adriele Camacho de Almeida, de 16 anos, foi assassinada na cidade de Itarumã, em Goiás, no dia 6 de abril deste ano. A suspeita era que um fazendeiro, com ajuda de seus dois filhos, tivesse realizado o crime por não aceitar o suposto relacionamento da garota com a filha dele. Adriele foi vítima de uma ignorância cultural, mas o sentimento era de que muitos encarariam a situação como ‘normal’. Foi contra essa ‘normalidade’ que a convocação foi lançada, no dia 12 de abril.” (http://www.pernambuco.com/divirtase/nota.asp?materia=20110706095301)

Foi criado um vídeo do projeto com o intuito de exibir pessoas além de sua orientação sexual, considerando que ‘ser gay’, é um posicionamento de insatisfação contra a inércia de um mundo que insiste em negar direitos, segregar e calar.

Você discrimina? Se sim, pense bem, porque um dia VOCÊ pode ter um filho e ele pode ser homossexual. Além disso, não faça aquilo para os outros que você não quer para você. Todos são iguais, sem distinção! 

Tenho amigos homossexuais e nem por isso trato-os de maneira diferente. São como deveriam ser e para mim são como todas as outras: pessoas que buscam viver de forma livre e em paz! Já sofrem tanto com discriminação que muitas vezes vem de dentro de casa. Já se colocaram no lugar deles?

Não escolhem essa opção por quererem ser diferentes e se destacarem na sociedade. Pelo contrário, eles não gostam de serem olhados tortos, de não poderem freqüentar os mesmos lugares que os heterossexuais, como se fossem pessoas de outro mundo.

Estamos em 2011 e ainda não aprendemos a viver com a diversidade. Quando isso vai mudar?

Pense nisso! QUEREMOS PAZ!

26 de agosto de 2011

Eu digo NÃO. E você?


Preconceito...

Quinzenalmente, traremos diversos posts relacionados ao preconceito, que pode ser de diversas formas. Chega de injustiças e diferenças!

Gente, vivemos no século XXI e ainda temos que nos deparar com situações de preconceitos e diferenças, de diversas linhas. Hoje, trataremos do preconceito racial, algo antigo, mas que ainda cerca nossa sociedade.

Crianças, desde pequenas discriminam pela cor e raça. Em diversos países foi realizado o chamado Teste da boneca, inclusive no Brasil, e esse teste comprova que as crianças tem em seu subconsciente o racismo, que, acredito que tenha sido implantado pela própria sociedade.

Esse teste tem como intuito comprovar que o preconceito existe no subconsciente da criança, que se auto discrimina. 

É um estudo realizado com crianças negras americanas a respeito do preconceito com raça, em que é utilizado duas bonecas, uma branca e outra negra, para averiguar o preconceito enraizado!

Será que podemos fazer algo para ajudarmos as crianças a pensarem de outra forma? Claro.
Eu sempre adorei bonecas negras, justamente porque tinha e aprendi que todas são iguais, independentemente da cor. Podemos ajudar com simples gestos.

Afinal, qual a diferença entre uma pessoa branca e uma pessoa amarela? Entre uma pessoa parda e uma pessoa negra?

Nenhuma. Apenas torna nosso planeta cada vez mais lindo, com tanta diversidade.

Dê um basta ao preconceito racial.

Ninguém é melhor que ninguém. Somos todos iguais!!!

21 de julho de 2011

Sentindo na pele...


No Brasil, de acordo com o IBGE, há, aproximadamente, 192 milhões de habitantes. Dentro desse censo, entre 0,6% à 1% são moradores de rua. Parece pouco, mas não é. 

0,6 à 1% corresponde há quase 1,8 milhões de pessoas que não tem onde morar.

Quantidade enorme, né?

Mas no nosso dia a dia, quando passamos pela rua de nossa cidade e vemos alguém dormindo ao relento, o que vem em nossa mente? 

Ajudar ou julgar?

Pois é. Acredito que muitos de nós pré-julgamos sem mesmo conhecermos e sabermos o motivo que levou esse ser humano a levar uma vida dessa.

Morar na rua é passar frio a noite, não ter água para beber, nem comida. É mais que isso. É ser julgado pela sociedade, é ser discriminado, é ser comparado e tratado como lixo. 

Infelizmente, o ser humano ainda vê o morador de rua de uma forma negativa, preconceituosa. Não podem freqüentar os mesmos lugares que nós, não podem e não CONSEGUEM levar uma vida normal, assim como todos.

Prevê nossa Constituição Federal que “todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza”. Mas será que estamos cumprindo o que nossa Constituição diz?

É hora de revermos conceitos, nos colocarmos no lugar do próximo, tentar ajudar da forma que pudermos, tratar o morador de rua com dignidade, como ser humano, pois ele é.

Basta nos colocarmos no lugar do próximo para fazermos do mundo um lugar melhor!